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Desde 2017, a concessionária atua na zona urbana de Teresina levando água de qualidade para as famílias dos teresinenses

A água é um elemento essencial à vida. Quando tratada de forma adequada leva saúde e qualidade de vida para as pessoas, contribuindo diretamente na redução da incidência de doenças de veiculação hídrica, como diarreia, dengue, cólera, hepatites, coceira, doenças de pele, que ainda são a segunda maior causa de morte na infância, ficando atrás, apenas, das infecções respiratórias, segundo estudos acadêmicos sobre o tema.

Em Teresina, este cenário vem sendo alterado desde 2017 quando a Águas de Teresina assumiu a responsabilidade pelos serviços de abastecimento de água e tratamento de esgoto da capital. Os investimentos em saneamento básico realizados pela concessionária garantiram a universalização do abastecimento de água na zona urbana da cidade em 2020 e contribuíram para que o município encerrasse o ano de 2021 com aproximadamente 40% de cobertura de esgoto.

“O saneamento básico é essencial para a preservação da vida, a redução da desigualdade social e o cuidado com o meio ambiente. Para cada real investido em saneamento, são economizados quatro reais em saúde pública, por conta da redução de internações hospitalares e do uso de medicamentos em virtude das doenças de veiculação hídrica, como a diarreia”, explica, o presidente da Águas de Teresina, Jacy Prado.

Entre 2017 e 2021, as internações decorrentes de diarreia em Teresina caíram de 419 para 131 – uma redução superior a 130%. Já os casos de dengue reduziram 66% e as hospitalizações diminuíram cerca de 20%. Essa redução, evidenciada entre os anos de 2017 e 2021, coincide com o período de instalação e atuação da Águas de Teresina na capital. Somente no ano passado, a incidência de chikungunya caiu de 2.608 para 75 casos, tendo as hospitalizações reduzidas em 94% e não registrando óbitos por zica vírus ao longo do ano de 2021.

Fernando Lima, diretor-executivo da concessionária, destaca que os investimentos realizados nos últimos quatro anos resultaram na melhoria da infraestrutura do sistema de abastecimento da cidade, garantindo a regularidade do fornecimento de água tratada e eliminando a necessidade da população de estocar água. Com isso, foi possível *contribuir* com a diminuição do índice de doenças originadas a partir do acúmulo de água em recipientes.

“Hoje, em Teresina, as pessoas não precisam mais ficar estocando água porque elas podem contar com o abastecimento regular em suas residências. Ou seja, as incidências de falta água na cidade diminuíram bastante. Então, isso contribuiu para que fosse eliminado, por exemplo, tanques e baldes com reservas de água, que são locais característicos da proliferação de mosquitos que causam a dengue e a chikungunya”, explica Fernando.

 Cuidados devem permanecer sempre

Apesar dessa queda no número de internações, registrada ao longo dos últimos quatro anos, a população deve permanecer vigilante quanto aos cuidados no combate a essas doenças. A dengue, por exemplo, costuma elevar o número de casos nos períodos chuvosos, devido ao surgimento de novos criadouros de mosquito. Conforme dados da FMS, somente em janeiro deste ano foram 53 casos confirmados da doença e nenhum óbito.

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